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Aumento do crédito gera necessidade de monitorar a qualidade das carteiras contra inadimplência

Análise de crédito tornou-se fundamental para conhecer o perfil do consumidor que está comprando mais

O aumento explosivo do crédito vem tomando cada vez mais espaço nos jornais, revistas, sites de notícia da grande imprensa e da mídia especializada. Essa realidade tem motivado as empresas mais precavidas a analisar com cautela o perfil do consumidor, de olho na inadimplência.

A automação é um passo importante para vender com mais segurança e rapidez. “A automatização da análise de crédito e risco é importante, principalmente, para clientes com grandes volumes de operações ou com operações muito complexas, que exigem uma análise mais criteriosa”, afirma Daniel Turini, sócio-diretor da Crivo.

Segundo reportagem da revista IstoÉ, de 7 de novembro, este ano terá o melhor natal da década. “Do ponto de vista do consumidor, este será o melhor Natal desde o advento do real (em 1994)”, revelou à IstoÉ o presidente do Instituo de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochamann.

Resultado da política econômica plantada pelo governo de Fernando Henrique Cardoso e semeada com maestria pelo governo Lula, o aumento do crédito está garantindo ganhos acima do esperado pelos bancos, financeiras e pelo setor de varejo de forma geral.

Em matéria da Gazeta Mercantil intitulada “Crédito em alta garante ganhos”, do dia 5 de novembro, Erivelto Rodrigues, presidente da consultoria Austin Rating reconhece que “o ambiente continua muito favorável à expansão do crédito” - o que justifica o excelente resultado financeiro dos bancos – mas alerta para a necessidade de monitorar a qualidade das carteiras para evitar um eventual aumento da inadimplência. “Os bancos precisam continuar reforçando provisões contra perdas”, disse à Gazeta Mercantil.

Em continuidade, na mesma matéria, informações da agência de notícias DowJones Newswires, dão conta de que se os bancos não selecionarem riscos apropriadamente ao conceder empréstimos, a qualidade dos ativos pode enfraquecer consideravelmente.

 Enquanto isso, em matéria do Valor Econômico, de 17 de novembro, Stephen Green, presidente do conselho do HSBC, afirmou que a crise imobiliária nos Estados Unidos pode já ter contagiado o crédito. Ao contrário, no Brasil, não há dificuldades para conseguir crédito, mas exatamente por estarmos no melhor momento, é preciso conhecer quem toma o crédito.

Nesse sentido, a tecnologia surge como principal arma para que os setores de finanças, seguros e varejo continuem concedendo crédito sem aumentar a inadimplência e, acima de tudo, prevenindo o risco de um efeito reverso como o que aconteceu em 2005, depois de períodos de forte expansão do crédito.

Há diferentes soluções para ajudar as empresas a fazer a análise de crédito e risco, mas como abordamos no Editorial desta edição é preciso diferenciar as ferramentas, entre elas birô de informação, robô de coleta e software para automação na análise de crédito e risco. O Crivo se enquadra neste último perfil, pois é uma solução que busca informações e faz a análise informando ao usuário se a resposta é positiva, negativa ou se o caso merece uma análise mais criteriosa.

“Na prática a resposta que chega para o usuário Crivo em segundos é vende, não vende ou vende com um limite”, explica Rodrigo Del Claro, diretor de relacionamento com clientes da Crivo.

“Existem sistemas eficientes de análise, mas que não tem robô de coleta e vice-versa. O Crivo é o pacote completo, incluindo o histórico de crédito do cliente analisado, que permite que o usuário do software tenha mais uma fonte de avaliação para tomada de decisão”, finaliza o executivo.

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